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terça-feira, 30 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
LIVRO: Os Senhores do Clima - Tim Flannery
EBOOKS E CONCURSOS: Os Senhores do Clima - Tim Flannery: "para baixar o livro clique aqui"
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Preservação de Matas Ciliares, artigo de Roberto Naime
As matas ciliares tem uma função muito importante por menor que seja o
curso de água que protege. Evitam o solapamento ou instabilização dos
taludes, comumente conhecidos como barrancas de rios e com isto evitam o
assoreamento ou entulhamento dos canais de drenagem.
Assim, ao mesmo tempo se evitam enchentes e se evita que a água dos
córregos atinja terras secas, sofra infiltração e diminua a quantidade
de água nos rios. Ou seja, praticamos a proteção dos recursos edáficos
(solos) e hídricos, com extrema eficiência ao mesmo tempo.
Toda atividade antrópica deve ser bem planejada de forma que as
importantes matas ciliares sejam preservadas. Em Lucas do Rio Verde, no
Mato Grosso, se pratica o mais importante programa nacional de
recuperação das matas ciliares, resultante de um convênio da Prefeitura
Municipal de Lucas do Rio Verde e uma organização não governamental que
auxilia na execução do projeto e provê recursos para várias ações.
As matas ciliares tem o papel fundamental na proteção dos cursos de
água contra o assoreamento, a instabilização de taludes e a contaminação
com defensivos agrícolas. As matas ciliares em muitas propriedades
constituem os últimos remanescentes florestais da área, sendo portanto
essenciais para a conservação da fauna (animais).
A Lei 4.777/65 estabelece um mínimo de 30m de faixa de preservação em
cada margem para rios com menos de 10m de largura. Rios maiores ou
represas de hidrelétricas tem larguras mínimas de faixa de preservação
entre 500 e 100m respectivamente.
A manutenção das matas ciliares e sua recuperação das condições de
eventual degradação são muito importantes. Os principais métodos de
recuperação de matas ciliares são a regeneração natural, que pode ser
estimulada ou protegida, a metodologia de seleção de espécies, começando
por pioneiras, passando por secundárias precoces ou tardias e chegando
nas espécies climáticas e a metodologia de abertura de dossel.
Este último método nada mais é do que estimular a fotossíntese a
partir da penetração da luz, controlando a copa das árvores de uma
determinada área de mata ciliar.
No caso das formações vegetais, é importante compreender suas
atribuições específicas dentro do ecossistema em que vivem, para assim
entender, estimular e proteger o processo de recuperação da natureza em
áreas degradadas.
Esta interferência positiva da ação antrópica é fundamental quando o
limite de resiliência dos ecossistemas é ultrapassado, o que quer dizer
que houve ruptura ou quebra e sem auxílio do homem o ecossistema não tem
condições de sofrer recuperação.
No meio ambiente é assim, o homem detrói, e com isto não previne a
degradação, depois tem que mobilizar uma quantidade e volume muito mais
intenso de recursos para prover a recuperação da área degradada.
Uma forma de compreender bem o que se procura demonstrar é fazer uma
analogia com a saúde humana. Porque tomamos vacinas? Porque é muito mais
fácil prevenir do que remediar. As vezes nem existe cura para uma
doença, só a prevenção, exemplo disto é a paralisia infantil.
Todos tomamos vacinas. A natureza pede o mesmo tratamento. Prevenir em vez de remediar.
Dr. Roberto Naime, colunista do Ecodebate, é Doutor em Geologia
Ambiental. Integrante do corpo Docente do Mestrado e Doutorado em
Qualidade Ambiental da Universidade Feevale.
EcoDebate, 04/05/2011
Livros de Paulo Freire disponíveis para download gratuito
Os adeptos de Paulo Freire têm agora a disponiblidade de baixar
gratuitamente na internet, inclusive o clássico Pedagogia do Oprimido.
Algumas de suas obras são consideradas preciosidades. São livros
importantíssimos de um pensador brasileiro comprometido profundamente
com as causas sociais.
O material é inovador, criativo,original e tem importância histórica inédita. Para os profissionais e pesquisadores de comunicação a obra Extensão ou Comunicação é, praticamente, obrigatória.
As obras estão disponiveis no portal do governo do Acre: http://www.bibliotecadafloresta.ac.gov.br/.
Confira abaixo as obras e os linques:
A importância do ato de ler<>
Ação Cultural para a Liberdade<>
Extensão ou Comunicação<>
Medo e Ousadia
Pedagogia da Autonomia<>
Pedagogia da Indignação<>
Pedagogia do Oprimido<>
Política e Educação<>
Professora sim, Tia não<>
O material é inovador, criativo,original e tem importância histórica inédita. Para os profissionais e pesquisadores de comunicação a obra Extensão ou Comunicação é, praticamente, obrigatória.
As obras estão disponiveis no portal do governo do Acre: http://www.bibliotecadafloresta.ac.gov.br/.
Confira abaixo as obras e os linques:
A importância do ato de ler<>
Ação Cultural para a Liberdade<>
Extensão ou Comunicação<>
Medo e Ousadia
Pedagogia da Autonomia<>
Pedagogia da Indignação<>
Pedagogia do Oprimido<>
Política e Educação<>
Professora sim, Tia não<>
* Colaboração de Solange Ikeda Castrillon para o EcoDebate, 19/05/2010
Falta educação para preservar o meio ambiente
Os índios têm percebido muitas mudanças no ecossistema amazônico nos
últimos anos. Exemplo disse pode ser conferido no “clima, extinção de
animais e espécies, desmatamentos e queimadas, fauna não respeitada na
época de desova”, disse o coordenador secretário da Coordenação das
Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) do Amazonas,
Saturnino W. Rudzane’edi. Líder xavante do Estado do Mato Grosso, ele
enfatizou em sua entrevista por e-mail a IHU On-Line que falta educação
para preservar o meio ambiente, e que “no existe povo, existem povos
indígenas”.
IHU On-Line – Qual a experiência do povo indígena na Amazônia? Como os índios se sentem vivendo na Amazônia?
Saturnino W. Rudzane’edi – a) Não existe povo, existem povos indígenas, e a experiência de cada um é diferente do outro vivendo em realidades totalmente diferentes, com os costumes e línguas diferentes, diversas culturas, porém temos algo que nos une.
Porque somos parentes
Temos os mesmos direitos
Lutamos em comum como por conquista e autonomia
Respeito à biodiversidade
Sonhos: de ter educação e saúde diferenciada
Respeito à cultura, etc.
b) Nós indígenas sentimos como todas as minorias negras, caboclas,
etc. Somos felizes de morar em nossas terras; ter nossos rios limpos sem
poluição; ter fartura de caça, coleta de frutas e peixes; felizes de
morar fazendo nossos rituais, tendo nossas culturas, nossas tradições,
costumes….
Porém nos sentimos ameaçados freqüentemente por ter
Nossas terras ainda sem demarcar,
Terras invadidas por questões de interesse pessoais,
Saúde ameaçada como por ex: os indigenas do Vale do Javari, com epidemias cada vez piores acabando com essa população; como hepatite A, B, C etc.
A educação indígena diferenciada é esquecida em muitos lugares, não respeitam a legislação que reza na Constituição Brasileira.
A propriedade intelectual,os conhecimentos tradicionais roubados, pirateados, etc., sem conhecimento ou consulta dos povos.
As águas poluídas, os peixes contaminados, etc.
A mudança climática: ex.: o rio, as enchentes bravas ou inundações e muitas secas tão fortes nos dias de hoje.
Não poder ter acesso à participação nos fóruns internacionais (por falta de convite ou dinheiro) onde se discute e se decide sobre os povos indígenas….
Porém nos sentimos ameaçados freqüentemente por ter
Nossas terras ainda sem demarcar,
Terras invadidas por questões de interesse pessoais,
Saúde ameaçada como por ex: os indigenas do Vale do Javari, com epidemias cada vez piores acabando com essa população; como hepatite A, B, C etc.
A educação indígena diferenciada é esquecida em muitos lugares, não respeitam a legislação que reza na Constituição Brasileira.
A propriedade intelectual,os conhecimentos tradicionais roubados, pirateados, etc., sem conhecimento ou consulta dos povos.
As águas poluídas, os peixes contaminados, etc.
A mudança climática: ex.: o rio, as enchentes bravas ou inundações e muitas secas tão fortes nos dias de hoje.
Não poder ter acesso à participação nos fóruns internacionais (por falta de convite ou dinheiro) onde se discute e se decide sobre os povos indígenas….
Educação ambiental é fundamental para a coleta seletiva e reciclagem do lixo
A educação ambiental é fundamental para que o cidadão adote a coleta
seletiva e, embora não esteja formalizada nos currículos, muitas escolas
já têm adotado a matéria em seus programas. “Na verdade, ela [a
educação ambiental] é transversalizada. As questões têm que fazer parte
de todas as discussões. Nada impede que uma escola tenha um programa de
educação ambiental. As crianças sabem da obrigação de cuidar do
planeta”, explica a coordenadora de Consumo Sustentável do Ministério do
Meio Ambiente (MMA), Fernanda Daltro.
A coleta seletiva de lixo está implantada em 443 municípios
brasileiros – apenas 8% dos 5.565 – e em muitas cidades a população
ainda não colabora. “O erro é do planejamento. Não se implementa a
coleta seletiva sem um programa de educação ambiental antes. A pessoa
tem que ser informada sobre o porquê de fazer a coleta e como aquilo se
reverterá em benefícios, não só para a família dela e seus
descendentes”, explica o coordenador do núcleo de Educação Ambiental do
Prevfogo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos
Naturais Renováveis (Ibama), Genebaldo Freire.
O Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) prevê que todos os
municípios do país tenham coleta seletiva em quatro anos e os lixões
estarão proibidos. Os programas de educação ambiental são desenvolvidos
em várias escolas públicas e privadas com foco na coleta seletiva
Crianças de 1ano e 8 meses a 6 anos de uma escola do Lago Sul, em
Brasília, participam de atividades extracurriculares onde aprendem sobre
a coleta seletiva e também que não se deve jogar lixo no chão, porque
os resíduos entopem bueiros e podem prejudicar o escoamento da água da
chuva, provocando alagamentos.
Eco-consumismo, artigo de Janos Biro
Retirado de EcoDebate
O grande conflito entre a perspectiva ecológica e a
político-econômica é que o equilíbrio dinâmico dos ecossistemas limita a
possibilidade de manter o desenvolvimento da produção e do consumo
regulado apenas pelas leis de mercado e pelos poderes políticos. Se o
consumidor está submetido a um sistema econômico e político incompatível
com a realidade ecológica do mundo natural, ele não tem o poder de
fazer escolhas que levem a um consumo sustentável.
O consumo sustentável, ético, responsável e consciente não é uma
simples questão de escolha de consumo. Depende de um sistema
político-econômico compatível com as leis da ecologia. Quando é a
própria cultura de consumo que define o que é ecológico, a ecologia se
reduz à produção e ao consumo de tecnologias mais eficazes e que
desperdiçam menos matéria e energia, mas não necessariamente respeitam
as limitações ecológicas. A cultura de consumo não consegue ser
ecológica porque não consegue ser limitada pelas leis que limitam todas
as outras espécies de animais, ela meramente usa o conhecimento
ecológico para proveito próprio, evitando seus efeitos limitadores o
máximo possível.
Nossa cultura elegeu o consumidor como agente multiplicador de ações
políticas e privadas que visam a sustentabilidade. Ele deve entender o
que motiva o consumo e saber separar necessidades reais de necessidades
criadas. Mas a sua “consciência ecológica” também é um produto cultural
sendo propagado pelos meios de comunicação que estão sob controle do
sistema econômico. É uma consciência ideológica que segue o critério da
racionalização das relações em função da produtividade. A ideia central é
racionalizar o uso das tecnologias e dos meios de produção para
benefício da sociedade civilizada. O indivíduo que assume o papel de
consumidor consciente e ecologicamente correto não percebe que está
seguindo uma exigência criada pela indústria cultural, que por sua vez
está apenas explorando um promissor segmento de mercado.
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